O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou 0,67%, abaixo da taxa de 0,88% registrada em março. A redução foi de 0,21%. No ano, o IPCA acumula alta de 2,60% e, no recorte dos últimos doze meses, o índice ficou em 4,39%, acima dos 4,14% apontados na comparação com o mesmo período de 12 meses anteriores. Os dados são do Instituto Brasileiro e Geografia e Estatísticas (IBGE).
O grupo Alimentação e bebidas foi o que registrou a maior variação (1,34% e 0,29 pp). Saúde e cuidados pessoais (1,16% e 0,16 pp) e Transporte e em Educação (0,06 cada), fecham o top 3. Os demais grupos apresentaram variações abaixo de 1,00%.
Alimentação
O grupo Alimentação e bebidas acumula alta de 3,44% no 1º quadrimestre de 2026. A alimentação no domicílio registrou variação de 1,64%, com influência das altas da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%).
Café moído (-2,30%) e o frango em pedaços (-2,14%) apresentaram queda.
A alimentação fora do domicílio registrou alta de 0,59%, com o lanche saindo de 0,89% em março para 0,71% em abril e a refeição, de 0,49% para 0,54%, no mesmo período.
Em Saúde e cuidados pessoais (1,16%) sobressaem os produtos farmacêuticos (1,77%), após a autorização do reajuste de até 3,81% nos preços dos medicamentos, a partir de 1° de abril, e os artigos de higiene pessoal (1,57%), com destaque para o perfume (1,94%).
Recife
Na variação acumulada dos últimos 12 meses, a capital pernambucana se destaca, com alta de 5,21%. É a maior variação de todas as cidades pesquisadas. Recife está a frente, por exemplo, do Rio de Janeiro (3,85%), São Paulo (4,80%) e Brasília (4,32%). Fortaleza, também se destaca nessa variação, com o segundo maior registro (5,10%).